Sérgio Cabral Filho É Um “Babaca”.
agosto 16, 2010
Sinto muito por dirigir-me ao governador do Estado do Rio de Janeiro desta maneira. Poderia escolher uma profusão de adjetivos polidos para criticá-lo. Entretanto, quem me dá, assim como ao povo do Brasil, a liberdade de chamá-lo dessa maneira é o próprio. Pilhado por uma câmera de televisão chamando uma criança de “babaca” e “otário”, o governador refletiu a imagem daquilo que de pior, de mais cafajeste, existe na política. Se o próprio Sergio Cabral (o filho) entende conveniente esse linguajar, não será ele que se zangará quando seu interlocutor também qualificá-lo como “babaca”, na falta de algo pior, para repudiar o péssimo governo que vem fazendo no Rio de Janeiro.
Aquele que agride verbalmente um menino, menor de idade, mostra a sua verdadeira cara. E que não se diga que se tratou” de uma conversa informal” e que seus insultos foram “reações a uma provocação encomendada”. O governador do Estado não poderia ter feito isso.
E de mais a mais, o tal menino do Rio não contou nenhuma mentira. Eu bato sempre na tecla de que as facilidades esportivas do Rio de Janeiro não são abertas ao povo. Ficam mofando, mal tratadas, deterioradas, enquanto poderiam estar a serviço da educação e da massificação do esporte.
Babaquice não é questionar o governador pela falta de política esportiva social no Estado.
Estultice é fingir que essa política existe, é dar guarida aos malfeitores do esporte e tentar justificar as obras super faturadas dos Jogos Pan Americanos Rio 2.007, é dizer que os Jogos Olímpicos de 2.016 irão resolver a enormidade de problemas que, há anos, acumulam-se e agravam a situação do Rio, calamitosa nas áreas de saúde, educação, moradia, transporte, meio ambiente, segurança e saneamento básico.
E por falar em calamidade, dar de “babaca” é o governador ficar confortavelmente instalado em sua mansão nas cercanias de Angra dos Reis enquanto, não muito longe dali, casas desmoronavam e pessoas não tão abastadas morriam soterradas.
Aliás, outra babaquice é sustentar ao povo que sua casa de veraneio foi comprada e decorada com as economias decorrentes dos vencimentos auferidos quando exercia o ofício de jornalista e complementadas pelos salários de alguém que, muito jovem, entrou para a política.
Cabral Filho traiu a biografia do pai, fustigado que foi pela ditadura militar (mesmo considerando o período de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado)
Quando Cabral Filho chamou a pobre criança de “babaca” e “otário”, ficou-se com a seguinte impressão. O “babaca” é ele. E “otário” será o povo, se continuar dando-lhe votos para acabar de estragar o Rio.
Matéria original publicada em: http://albertomurray.wordpress.com/2010/08/16/sergio-cabral-filho-e-um-babaca/
Aquele que agride verbalmente um menino, menor de idade, mostra a sua verdadeira cara. E que não se diga que se tratou” de uma conversa informal” e que seus insultos foram “reações a uma provocação encomendada”. O governador do Estado não poderia ter feito isso.
E de mais a mais, o tal menino do Rio não contou nenhuma mentira. Eu bato sempre na tecla de que as facilidades esportivas do Rio de Janeiro não são abertas ao povo. Ficam mofando, mal tratadas, deterioradas, enquanto poderiam estar a serviço da educação e da massificação do esporte.
Babaquice não é questionar o governador pela falta de política esportiva social no Estado.
Estultice é fingir que essa política existe, é dar guarida aos malfeitores do esporte e tentar justificar as obras super faturadas dos Jogos Pan Americanos Rio 2.007, é dizer que os Jogos Olímpicos de 2.016 irão resolver a enormidade de problemas que, há anos, acumulam-se e agravam a situação do Rio, calamitosa nas áreas de saúde, educação, moradia, transporte, meio ambiente, segurança e saneamento básico.
E por falar em calamidade, dar de “babaca” é o governador ficar confortavelmente instalado em sua mansão nas cercanias de Angra dos Reis enquanto, não muito longe dali, casas desmoronavam e pessoas não tão abastadas morriam soterradas.
Aliás, outra babaquice é sustentar ao povo que sua casa de veraneio foi comprada e decorada com as economias decorrentes dos vencimentos auferidos quando exercia o ofício de jornalista e complementadas pelos salários de alguém que, muito jovem, entrou para a política.
Cabral Filho traiu a biografia do pai, fustigado que foi pela ditadura militar (mesmo considerando o período de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado)
Quando Cabral Filho chamou a pobre criança de “babaca” e “otário”, ficou-se com a seguinte impressão. O “babaca” é ele. E “otário” será o povo, se continuar dando-lhe votos para acabar de estragar o Rio.
Matéria original publicada em: http://albertomurray.wordpress.com/2010/08/16/sergio-cabral-filho-e-um-babaca/
